Mostrar mensagens com a etiqueta estóriasdelisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estóriasdelisboa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Estórias de Lisboa: Lisbonlovers - A Casa das Velas do Loreto

Novo artigo para a Rubrica Estórias de Lisboa no site Lisbonlovers.

"Da próxima vez que passarem pela Rua do Loreto procurem a Casa das Velas do Loreto, uma das lojas históricas de Lisboa. No número 53 párem, olhem com mais atenção, reparem na linda fachada de cobre e pedra, na data da fundação escrita no vidro – 1789, entrem (...)"

Artigo completo aqui.



Fotografia de Ida Pinheiro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Atravessar o Atlântico Sul pela primeira vez - Artigo para a Lisbonlovers

Novo artigo escrito para a Lisbonlovers:

"Gago Coutinho e Sacadura Cabral, partiram da doca perto do actual jardim da Torre de Belém a 30 de Março num pequeno hidroavião da companhia Fairey, e a 17 de Junho chegaram ao Rio de Janeiro!
O percurso teve 11 paragens..."

Artigo completo aqui!


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O Tejo que tanto confunde

São mais que muitas as vezes em que ouço a pergunta: mas aqui é o Atlântico não é?

O largo estuário do Tejo confunde aqueles que não são daqui.
"Não pode ser um rio!?!"
"Tão largo?"
"Então mas o que fica do outro lado?"

Quantas e quantas vezes tenho que chegar a desenhar um mapa para que entendam que ali está um rio, e que a terra do outro lado é... uma margem!

O Tejo nasce na serra de Albarracín em Espanha (onde é chamado de Tajo), é o maior rio da Península Ibérica e deságua junto ao Forte do Búgio, já aqui em Portugal.



"Pelo Tejo Vai-se para o Mundo
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele."

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XX"
Heterónimo de Fernando Pessoa

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Mosteiro dos Jerónimos

O Mosteiro dos Jerónimos é um dos grandes símbolos do Estilo Manuelino.

Sabiam que quando foi construído, mesmo no início do século XVI, o Mosteiro estava praticamente na margem do rio?
É verdade, o rio chegava até ao magnífico Portal Sul que vocês vêem na imagem.
Imaginem as caravelas a chegar e a partir deste ponto. Imaginem como a cidade era outra, como havia azáfama por ali, como se sentia o vibrar do Mundo!

Este portal era visto como um símbolo de Boas Vindas ou de Despedida, desejando a maior das sortes aos navegadores!


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Estórias de Lisboa: Lisbonlovers - Portas de Santo Antão

Já devem ter passado inúmeras vezes pela Rua das Portas de Santo Antão, mas talvez vos tenha escapado o pequeno corredor coberto por azulejos?


Para saberem mais basta clicar aqui:

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Estórias de Lisboa - Lisbonlovers: Manteigarias

                                            Credito da Fotografia: Manteigaria - Fábrica de Pastéis de Nata


Quem percorre as ruas da Baixa e do Chiado, repara que aqui e ali encontram-se estabelecimentos que outrora foram Manteigarias. Hoje pode parecer estranho que uma loja se dedicasse só e apenas a esse produto, mas nesses outros tempos, a manteiga era um produto de luxo, acessível a poucos bolsos! Era vendida a vulso, em papel vegetal e requeria cuidados de limpeza e preservação enormes para não prejudicar a saúde de quem a viria a consumir, assim todo o processo de produção e manutenção encareciam o produto. É só nos anos 1960 que se torna popular.



quarta-feira, 13 de abril de 2016

Estórias de Lisboa - Lisbonlovers: Camisaria Pitta

Agora na Lisbonlovers: Estórias de Lisboa, a nova rubrica escrita por mim!

Pequenas curiosidades de Lisboa, que fazem dela o que é hoje, que contém a sua alma.

Hoje um delicioso pormenor de fachada:

"A Camisaria Pitta distingue-se por ser uma alfaiataria de extremo bom gosto e elegância. Fornecedora da Casa Real e de Presidentes, esta é uma casa que presta enorme atenção ao mais pequeno pormenor! Se o seu interior foi influenciado pelo estilo das alfaiatarias inglesas, a fachada, do início do séc XX, relembra o trabalho de talha português. Já tinham reparado que os números da montra estão envoltos em colarinhos?"